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    CPMI do INSS chega ao final no Congresso, mas embate continua nas redes

    29 de março de 2026
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    CPMI do INSS chega ao fim no Congresso, mas embate continua nas redes

    A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou os desvios bilionários do INSS chegou ao final no Congresso Nacional nesta sexta-feira (27/3), mas a tensão entre os parlamentares continua elevada. Com bate-bocas e acusações, deputados e senadores estão mantendo a disputa nas redes socias.

    O colegiado encerrou os trabalhos em um clima nada amistoso entre os membros da comissão. Na próximo sábado (28/3) congressistas estão utilizando as redes sociais para trocar farpas e debaterem narrativas em torno do relatório final da comissão.

    CPMI do INSS foi marcada por confusões generalizadas Tensão e polarização dominaram os trabalhos: A CPMI foi marcada por confrontos frequentes entre governistas e oposicionistas, com discussões que chegaram a interromper sessões. Suspeitas de fraudes expuseram falhas no sistema: Depoimentos apontaram cobranças indevidas e fragilidades na fiscalização, mas divergências travaram o avanço das apurações. Comissão virou palco de disputa eleitoral: Parlamentares usaram o colegiado como vitrine política no contexto pré-eleitoral, ampliando a polarização. Guerra nas redes ampliou conflitos e desinformação: Recortes de falas circularam online, intensificando ataques, pressão pública e radicalização do debate. Acusação de estupro Um dos temas que elevou os ânimos no último dia da CPMI foi a acusação de estupro contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), feita através do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e através da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). Gaspar é relator da CPMI e lia uma poesia aos membros do colegiado quando teve a leitura interrompido por Lindbergh, que chamou o relator de “estuprador”.

    A acusação gerou um bate-boca generalizado entre os parlamentares. Gaspar reagiu e declarou que “na verdade, eu estuprei corruptos como vossa excelência, que rouba o Brasil”.

    Na manhã deste sábado, Soraya Thronicke (Podemos-MS) voltou às redes sociais para endossar as acusações contra o colega. Veja:

    Uma acusação de estupro de vulnerável com viável paternidade só se refuta com um exame de DNA (“de si próprio!”)! Deputado, procure o DG da Polícia Federal, pois as vítimas já se encontram sob a custódia da União. Estou, realmente, com muita vontade de ter de lhe pedir…

    — SorayaThronicke (@SorayaThronicke) March 28, 2026

    Pouco depois da publicação de Thronicke, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também utilizou as redes socais para comentar as acusações e pedir que os mandatos de Thronicke e de Lindbergh sejam cassados. Veja:

    Lindbergh e Soraya Thronicke (relatora do PL da misoginia) tem que ser CASSADOS no Conselho de Ética e responder criminalmente pelas suas acusações – que são as mais graves que alguém pode fazer contra um homem: estupro e pedofilia. https://t.co/Dtp3w3MWCX

    — Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) March 28, 2026

    Alfredo Gaspar também se manifestou em redes sociais. Em publicação no X, afirmou que as acusações se tratavam de uma “tentativa clara de desviar o foco das graves investigações conduzidas pela CPMI do INSS”.

    NOTA

    No decurso de toda a minha vida pública, construí uma trajetória limpa, honrada e dentro da lei. Sempre atuei com firmeza no enfrentamento ao crime e jamais me afastei dos princípios que norteiam minha conduta.

    — Alfredo Gaspar (@Alfredogaspar_) March 28, 2026

    Em meio ao bate-boca, Gaspar buscou esclarecer o caso e afirmou que a história não tem qualquer relação com ele, mas com um primo que descobriu a existência da filha quando ela já estava adolescente. Ele também negou qualquer história envolvendo o crime de estupro no caso.

    Apesar dos desdobramentos, Lindbergh Farias afirmou que vai apresentar uma notícia crime à Polícia Federal contra o deputado de Alagoas através do suposto estupro de vulnerável.

    Disputa de narrativas Uma outra linha de discussão entre os parlamentares no ambiente virtual tratou do relatório final da CPMI. Depois de sete meses, o colegiado encerrou os trabalhos sem que seu principal documento fosse aprovado.

    Embora a oposição ocupasse postos estratégicos no colegiado, como a presidência e a relatoria, o governo era maioria e rejeitou o texto por 19 votos a 12. Tal impasse foi um dos pontos de tensão entre os membros da comissão.

    O ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) e deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) utilizou as redes sociais para criticar o texto levado para votação na comissão. Conforme Pimenta, o relatório respondia àqueles que “não queriam que o Brasil soubesse que Jair Bolsonaro foi o chefe deste esquema criminoso”.

    O relatório rejeitado através da maioria na CPMI do INSS foi o relatório dos que envolvidos nas fraudes contra os aposentados. Dos que estava na CPMI para impedir as investigações e que não queriam que o Brasil soubesse que Jair Bolsonaro foi o chefe deste plano bandido. O…

    — Paulo Pimenta (@Pimenta13Br) March 28, 2026

    De um lado, governistas apontaram o documento como “enviesado“. Por outro lado, a oposição acusa parlamentares da base governista de atrapalharem a atuação da CPMI com o objetivo de atender a interesses pessoais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    O documento produzido através do relator Alfredo Gaspar, filiado ao Partido Liberal de Jair Bolsonaro, pedia o indiciamento de 216 pessoas, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. O texto, na avaliação dos governistas, buscava relacionar o plano do INSS ao governo petista — Lula teve o nome citado duas vezes mais que o ex-presidente Bolsonaro (PL).

    Também em redes sociais, o senador e chefe do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), fez críticas ao relatório e buscou reverter a narrativa ao relacionar o plano à gestão de Jair Bolsonaro. Veja a publicação:

    Na madrugada deste sábado, rejeitamos o documento apresentado através do relator da CPMI do INSS. A comissão pode ter chegado ao final, mas a nossa busca através da verdade e por justiça não vai parar. O que investigamos foi um plano inaceitável de descontos ilegais que atingiu milhões de…

    — Jaques Wagner (@jaqueswagner) March 28, 2026

    Parlamentares da base governista produziram ainda um relatório paralelo. O texto pede o indiciamento de 130 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, destacado como operador do plano.

    Com informações Metropoles

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